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           ENERGIAS RENOVÁVEIS

 

 

1) Microprodução Energética por Painéis Foltovoltaicos

 

Casas com boa energia, usam energias renováveis

Agora pode ser produtor de energia. Beneficiar de um investimento rentável de baixo risco. E contribuir significativamente para um ambiente mais saudável.

O Decreto Lei 363/2007, de 2 de Novembro define que “Podem ser produtores de electricidade por intermédio de unidades de microprodução todas as entidades que disponham de um contrato de compra de electricidade em baixa tensão”, sendo então este o requisito base para se tornar num microprodutor.

A Lei

A remuneração da microprodução está dividida em duas vertentes, que variam o valor da energia vendida consoante se cumpre ou não os requisitos para cada regime:

Regime geral: Regime aplicável aos produtores que não cumprem os requisitos mínimos para o regime bonificado. O valor da remuneração pela energia vendida pelo produtor é igual ao valor pago pela energia comprada.

Regime Bonificado: O valor da remuneração pela energia iniciará em 650,00 € por MWh vendido e diminuirá ao fim de 5 anos, contados após o ano da instalação, em 5% por cada 10MW entretanto instalados na rede.

Os produtores a enquadrar neste regime deverão cumprir os seguintes requisitos:

• Dispor de colectores solares térmicos para aquecimento de água com um mínimo de 2m2 de área de colector, excepto para condomínios

• Os condomínios deverão realizar auditoria energética ao edifício

• A potência de ligação deverá ser igual ou inferior a 3,68kW e a metade da potência contratada para consumo

Benefícios Fiscais

Estão previstos adicionalmente vários benefícios fiscais, designadamente,  IVA de 12% e dedução à colecta de IRS de 30% dos investimentos em equipamentos de energias renováveis novos, com o limite de 796 €, bem como a isenção dos rendimentos da microprodução para efeitos de IRS até ao limite de €5.000/ano.

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Imagem: Ilustração de um sistema de microprodução fotovoltaico

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Etapas necessárias para aderir à microprodução

O Decreto Lei 363/2007, de 2 de Novembro, define as etapas necessárias para ligação à rede de um sistema de microgeração:

1. Registo on-line no portal www.renovaveisnahora.pt

2. Pagamento de uma taxa de inscrição (280 €)

3. Após o registo provisório, o futuro produtor terá 120 dias para proceder à instalação da unidade e requerer o certificado de exploração, através da internet

4. Inspecção da instalação com o objectivo de verificar se todos os requisitos legais estão cumpridos. Caso o parecer seja favorável é emitido um certificado de exploração, se existirem não conformidades é entregue uma lista de pontos a corrigir e será marcada uma nova inspecção

5. Celebração de contrato com o Comercializador de Energia (EDP)

O sistema de microprodução fotovoltaico é composto por:

  • Módulos fotovoltaicos para captação de energia eléctrica
  • Inversor para transformação de energia DC para AC
  • Contador da energia
  • Quadro de ligação à rede
  • Cabos de ligação

Disponibilizamos uma ampla gama de soluções, para melhor servir as necessidades de cada casa em particular.

* Estimativa média para todo o país

Esta empresa é especializada em soluções de eficiência energética e energia solar para edifícios. Somos a empresa nº 1 nas nossas áreas de actuação. Com uma vasta equipa de especialistas, com mais de 400 instalações solares fotovoltaicas e térmicas realizadas em todo o território nacional, sabemos ir ao encontro das necessidades do consumidor, pois lidamos directamente com ele todos os dias.

Asseguramos-lhe a tranquilidade que procura quando toma uma decisão para a vida.

 

2) Aquecimento de águas por Sistema Solar Térmico

 

Poupe já garantidamente 1.641,70€ no seu investimento aproveitando os benefícios exclusivos do Programa do Governo de Incentivo à Utilização de Energias Renováveis.

Conheça as nossas condições especiais e contribua para um ambiente mais puro ao mesmo tempo que reduz fortemente a sua factura do gás.

Água Quente

No sector doméstico, a água quente é utilizada essencialmente em duches e banhos de imersão, na lavagem de louça e da roupa.

O Consumo de Energia

Os equipamentos convencionais mais comuns utilizados no aquecimento da água são os esquentadores e caldeiras murais a gás e os termoacumuladores a gás e eléctricos. Estes sistemas têm custos de funcionamento associados ao preço do petróleo, cujas perspectivas de evolução os tornarão num encargo cada vez maior. Estes aparelhos são responsáveis por cerca de 50% do consumo de energia no sector doméstico, com o correspondente peso na factura energética mensal das famílias.

O Sol

Por outro lado, a energia solar é um recurso endógeno gratuito que pode proporcionar uma importante poupança para os seus utilizadores e contribuir para a redução das emissões de CO2.

Portugal | O Sol da Europa

Trata-se de uma solução em franca expansão dentro de Portugal, já que somos o país com melhor exposição solar na União Europeia (o número médio anual de horas de Sol em Portugal é de aproximadamente 2500 horas) e ao contrário do que é comum pensar-se, a variação da radiação solar útil entre o Sul e o Norte de Portugal (aproveitada por um sistema solar para aquecimento de águas) não é significativa, cifrando-se em apenas 18% de diferença entre o Porto e Faro.

Composição de um sistema solar térmico:

Um sistema solar pode ser definido como um equipamento que aquece a água a partir do Sol. Tem dois componentes essenciais: o colector solar para captação da energia solar e o depósito para armazenamento da água quente. Estes dois componentes podem ser interligados com ou sem bomba circuladora, dependendo da possibilidade de colocar ou não o depósito de acumulação a um nível mais elevado que o(s) colector(es) solar(es).

Tem à sua disposição 2 tipos de sistema solar térmico:

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O sistema de circulação forçada permite a instalação apenas dos colectores (painéis) no telhado, com menor impacto visual e maior eficiência. O acumulador (depósito) pode ser instalado em qualquer local da habitação, minimizando as perdas de calor durante a noite.

Não obstante, é uma solução mais cara e de instalação mais complexa, que necessita de uma bomba circuladora e controlador para funcionar.

Principais Vantagens: Permite a colocação do depósito em qualquer sítio, permite a regulação da temperatura do sistema através da acção de uma bomba circuladora, sensores e controlador.

Principais Desvantagens: Requer energia eléctrica (bomba de circulação e controlador), custo mais elevado e maior complexidade face ao termossifão.

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O sistema em termossifão é a solução ideal para dispor de forma compacta e económica de água quente solar.

É uma solução económica e de fácil instalação, uma vez que todos os seus componentes (colectores e acumulador) se encontram no telhado, ligando-se facilmente ao sistema de água, normalmente através da chaminé. O seu funcionamento baseia-se no princípio de circulação natural por gravidade não necessitando de circulador nem de sistema de regulação.

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Principais Vantagens: Facilidade de instalação, sem custos nem consumos adicionais de exploração, não necessita de comando ou controlo, não requer zona específica para localização de equipamentos nem requerer energia eléctrica (bomba de circulação, etc.) e custo mais baixo.

Principais Desvantagens: Dificuldades de circulação da água em locais de temperaturas negativas.

 

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                     Marina Mesquita - Sociedade de Mediação Imobiliária, Unip, Lda                          AMI 1443